Tesouro alerta que paralisação pode gerar prejuízo de US$ 15 bilhões por semana à economia dos EUA

Paralisação do Governo pode Custar até US$ 15 Bilhões à Economia dos EUA

A paralisação do governo federal dos Estados Unidos, que já se estende por duas semanas, pode trazer consequências drásticas para a economia americana, com perdas estimadas em até US$ 15 bilhões por semana em produção. Essa informação foi revelada por um funcionário do Tesouro na quarta-feira (15), que corrigiu um erro anterior do Secretário do Tesouro, Scott Bessent, que havia mencionado um custo diário de US$ 15 bilhões.

Bessent, em pronunciamentos na mesma data, havia instado os democratas a unirem-se aos republicanos para acabar com a impasse, enfatizando a necessidade urgente de ação. O erro nas estimativas de Bessent destaca a incerteza que permeia a situação atual, gerando preocupações sobre o impacto da paralisação na economia.

Essas estimativas foram fundamentadas em um relatório elaborado pelo Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, que analisa as implicações econômicas de tal crise. Durante uma coletiva de imprensa, Bessent alertou que a paralisação já está começando a afetar significativamente o núcleo econômico dos EUA, indicando um cenário alarmante para o futuro próximo.

A recente onda de investimentos, especialmente em setores inovadores como a inteligência artificial, é vista como um sinal positivo. No entanto, Bessent destaca que a paralisia governamental está se tornando um obstáculo crescente para essa tendência promissora. A urgência da situação pede atenção dos líderes políticos, pois a economia dos EUA parece estar em um momento crucial.

Segundo Bessent, a demanda por investimentos permanece, e ele atribui essa oportunidade ao impulso proporcionado pelas políticas implementadas pelo ex-presidente Donald Trump. A afirmação ressalta que, apesar dos desafios, a disposição para capitalizar sobre as oportunidades ainda existe, mas depende da superação da paralisia.

Ele frisou que os efeitos das tarifas e incentivos fiscais introduzidos nas legislaturas republicanas são bens que ainda alimentam o crescimento econômico. Bessent até compara o cenário atual aos períodos de maior inovação nos Estados Unidos, citando a era das ferrovias e o surgimento da internet como momentos de transformação que poderiam ser repetidos agora.

Desempenho Fiscal e Previsões

Em adição aos comentários sobre a paralisação, Bessent abordou o déficit fiscal dos EUA, informando que o mesmo para o ano fiscal de 2025, encerrado em 30 de setembro, apresenta uma diminuição em relação ao déficit de US$ 1,833 trilhão do ano anterior. Embora ele não tenha fornecido um número exato, indicou que a relação déficit/PIB poderia entrar na faixa de 3% nos próximos anos, ressaltando uma perspectiva de melhora.

Os dados oficiais ainda não foram divulgados pelo Departamento do Tesouro, mas o Escritório de Orçamento do Congresso já havia mostrado uma previsão de leve queda, para US$ 1,817 trilhão, resultante, em parte, de um aumento na receita através das tarifas implementadas.

Bessent expressou otimismo, afirmando que a relação entre déficit e PIB poderia mostrar um número começando com “três” se o país conseguir crescer de maneira mais robusta e conter os gastos. Essa visão de crescimento responsável e sustentado é um tema que poderia ecoar nas decisões políticas atuais, ora críticas diante da incerteza da paralisação.

A necessidade de um consenso político mais forte é mais urgente do que nunca, já que a economia americana enfrenta desafios que exemplificam o impacto direto da paralisia no cotidiano do cidadão e dos negócios. A combinação de fatores econômicos e políticos delineia um quadro em que todos devem se manter atentos às evoluções dessa situação delicada.

Com isso, fica clara a importância de agir rapidamente para evitar que impactos ainda mais severos atinjam a economia, permitindo que o crescimento e a inovação continuem a prosperar nos Estados Unidos.

![Imagem Redação]

Abilenio Sued

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